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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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E SE OS CANDEEIROS DE RUA TAMBÉM SERVISSEM PARA CARREGAR O CARRO?

Mäyjo, 10.07.17

Ubitricity estacao carga

O carregamento é sem dúvida um dos maiores problemas de quem tem um veiculo eléctrico. Sobretudo para quem não tem uma garagem com uma tomada. Existem as estações de carga na rua, claro (muito económicas até agora), mas faltam lugares, e vão faltar cada vez mais à medida que o número de Veículos Eléctricos (VE) aumenta.

 

Daí a genialidade desta solução agora encontrada, aproveitando os postos de electricidade normais para carregar os VE. E, como tudo é circular, a medida só se tornou possível com as novas luzes LED, que consomem menos energia, libertando-a para outros usos.

Assim, conseguem-se aumentar em muito os lugares de estacionamento, gastando apenas uma fracção dos custos: a agência de notícias Reuters fala em 500 a 800 euros, por oposição a uma estação dedicada de 10 000 euros.  E existem mais vantagens: como são estações de carregamento “normal” (seis a oito horas para a carga completa) facilitam a gestão energética das cidades e permite que as novas estações dedicadas sejam ultra rápidas.  

Ubitricity estacao carga1

Tudo esse deve à tecnologia de uma empresa alemã, Ubitricity, como diz o co-fundador Knut Hechtfischer “Isto é uma coisa que, neste momento mais ninguém consegue fazer porque ninguém tem carregadores tão pequenos como os nossos”.  Isto porque a Ubitricity passou parte da tecnologia necessária para o cabo, que deve ser adquirido pelo consumidor, para saber por exemplo quem consome o quê, para que sejam debitados os valores correctos às pessoas certas.  

PRAIAS FLUVIAIS DE PARIS FECHADAS UMA SEMANA DEPOIS DE ABRIREM

Mäyjo, 05.07.17

canal de l'Ourcq Paris

Foi uma das grandes inaugurações de Paris este Verão, e a presidente do Município, Anne Hidalgo, declarou-as “um sonho tornado realidade” durante a inauguração. E população aderiu em massa, formando-se longas filas à espera para tomar um banho no Sena. As novas praias fluviais recebiam cerca de 300 banhistas de cada vez.

 

Mas esta semana as autoridades fecharam as praias até nova ordem, devido à qualidade da água ter sido declarada insatisfatória. Não foram avançadas mais explicações mas, segundo o jornal The Guardian, uma rádio local apontava culpas às chuvas que caíram no fim de semana e que causaram valores acima do permitido de ‘enterococcus’, bactérias de origem fecal e urinaria. Como não sabemos.

Foi sem dúvida um rude golpe para a cidade, depois de 10 anos de esforços, para limpar as águas do canal. Sobretudo quando a presidente já declarou que quer ter as águas do Sena completamente limpas em 2024, ano a que a cidade se candidatou a receber os Jogos Olímpicos. Para que todos possam tomar banho a ver a Torre Eiffel. Ou não…

Foto Wiki Commons

 

SECA OBRIGA ROMA A FECHAR AS TORNEIRAS 8 HORAS POR DIA

Mäyjo, 04.07.17

Fontana di Trevi Roma_

Os efeitos da seca que se faz sentir nalguns países europeus, Portugal incluído, teve, para já, uma consequência extrema: as autoridades da região da Lázio decidiram que não se irá continuar a explorar as águas do lago Bracciano, um dos que abastece Roma, privando assim a capital do país de água durante oito horas, um terço do dia. A Acea, empresa que gere o abastecimento, avisou por seu turno que o racionamento terá de acontecer em turnos alternados, que tanto podem acontecer de noite como de dia.

 

“Assistimos a uma tragédia” referiu o presidente da Lázio, Nicola Zingaretti, quando decidiu interromper a utilização do lago, a cerca de quarenta quilómetros da capital, e cujo nível de água desceu já 1,5 metros, colocando em perigo o equilíbrio ecológico na zona.

Segundo o La Repubblica, a Itália está sob a maior seca dos últimos 200 anos.  E desde o tempo dos imperadores romanos, e dos grandes aquedutos, que a cidade eterna nunca tinha sentido tão gravemente os efeitos de uma seca. 

Foto Creative Commons

 

NOVA IORQUE: CAIXOTES DO LIXO PODEM FUNCIONAR COMO HOTSPOTS DE WI-FI

Mäyjo, 20.06.17

lixo_SAPO

A empresa norte-americana Bigbelly quer transformar os caixotes do lixo de Nova Iorque em hotspots de wi-fi, de acordo com o Mother Nature News. Segundo o site, a empresa de Massachusetts já instalou equipamento de wi-fi em vários em vários dos ecopontos e compactadores de lixo da Grande Maçã, numa primeira fase de testes.

 

O equipamento é alimentado por energia solar e poderá ser uma realidade assim que alguns problemas logísticos forem resolvidos. Um deles é o facto de os vários edifícios e torres de escritórios poderem facilmente bloquear o sinal. Talvez por isso, Times Square é uma das zonas onde decorre a fase de testes.

Ainda assim, nada que preocupe a Bigbelly. A empresa já comercializa soluções de armazenamento de resíduos de grande capacidade, cujos sensores avisam os departamentos e saneamento da altura certa para que estas estações sejam esvaziadas. Assim, o processo de acrescentar painéis solares e wi-fi não foi demasiado complexo.

Segundo a Bigbelly, dois dos caixotes do lixo com wi-fi instalados em Wall Street tiveram níveis de produtividade – no que toca a sinal wi-fi – bastante interessantes, o que prova que o programa tem tudo para ser um sucesso.

O Mother Nature News revela que, nos próximos meses, novos caixotes e ecopontos receberão o equipamento wi-fi. Uma pequena vitória para a empresa de Massachusetts.